Iniciamos o ano com uma campanha essencial: o janeiro Branco, dedicado à conscientização sobre saúde mental e emocional. Mais do que um tema de campanha, a saúde mental se tornou uma urgência corporativa.
É neste contexto que precisamos falar, com coragem e responsabilidade, sobre o papel da liderança.
Puffs coloridos, salas de jogos, mesas de pingue-pongue e happy hour ilimitado.Durante anos, esses elementos foram apresentados como símbolos da chamada “felicidade no trabalho”. Mas os dados mostram outra realidade.
A lógica empresarial clássica nos ensinou a medir sucesso com base em lucros, produtividade e crescimento. Mas o cenário atual nos convida a uma nova pergunta: e se o verdadeiro diferencial competitivo das organizações estiver na forma como elas cuidam de quem faz tudo acontecer — as pessoas?